SHEMITAH: BENÇÃO OU MALDIÇÃO

Uma narrativa bíblica
ANO DE SHEMITAH


Deuteronômio 15: 1 – 6
1 Ao fim de cada sete anos, farás shemitah (remissão).
2  Este, pois, é o modo do shemitah (remissão): todo credor que emprestou ao seu próximo alguma coisa perdoará o que havia emprestado; não o exigirá do seu próximo ou do seu irmão, pois o shemitah (remissão) do SENHOR é proclamado.
3  Do estranho podes exigi-lo, mas o que tiveres em poder de teu irmão, quitá-lo-ás;

4  para que entre ti não haja pobre; pois o SENHOR, teu Deus, te abençoará abundantemente na terra que te dá por herança, para a possuíres,
5  se apenas ouvires, atentamente, a voz do SENHOR, teu Deus, para cuidares em cumprir todos estes mandamentos que hoje te ordeno.
6  Pois o SENHOR, teu Deus, te abençoará, como te tem dito; assim, emprestarás a muitas nações, mas não tomarás empréstimos; e dominarás muitas nações, porém elas não te dominarão











INTRODUÇÃO

          Um de meus líderes da Rede de Discipulado me enviou um material faz algum tempo sobre o mistério do shemitah, numa apresentação do Dr. Jonathan Cahn. Quando examinei este assunto, a primeira vez, confesso, não me parecia ter muita importância. Para mim era mais uma coisa de rabinos judeus sensacionalistas. Gastei um tempinho ouvindo Apóstolo Lamartine Posella falando sobre isto na net.
Daí fiz uma busca em sites da NASA e relacionados a isto. Reli noticiários antigos e informações na net sobre o conteúdo desse assunto, tais como os “crash” das bolsas mundiais. Juntando os fatos que Jonathan Kahan trata e mais as tétrades que ocorrem entre 2014 e 2015, não pude deixar despercebido. As tétrades são as 4 luas de sangue mais o eclipse solar de 20 de março de 2015 (abaixo aí um quadro sobre o assunto). Estes eventos alinhados juntos não ocorrem a mais de 500 anos! São sinais muito fortes de algo profético! Como está escrito no livro de Genesis, sol e lua são, além de luminares, sinais no céu. O Shemitah, ano de remissão ou perdão, agregado a isso, nos surpreende de maneira significativa, nos indicando que Deus está para fazer algo surpreendente.
          Por conta disto quero desafiar os leitores e nossas Tribus de Discípulos em fazermos algo profético, uma vez que pela primeira vez, Israel está guardando o ano de remissão, o Shemitah, desde seu estabelecimento como uma nação, em 1948, na Palestina. Por tal, vamos fazer uma breve explicação do tema e em seguida faremos a aplicação a nossa realidade. Daí então, você compreenderá o desafio que lhe faço.


1. EXPLICANDO O SIGNIFICADO

          Deuteronômio 15: 1 à hjms – Shemitah – Remissão ou perdão de dívida

       Lendo outras passagens encontramos mais, sobre esta tarefa que foi dada ao povo de Israel. Vejamos outras passagens: Êxodo 23: 10-11; Levítico 25: 1-7. Sugiro que leia e observe as orientações dadas. Embora, nestas passagens não tenhamos o nome “shemitah” elas apontam para a descrição, aplicação e repetição dos mandamentos do Eterno em Deuteronômio.
              A ordem dada ao povo de Deus era sempre reservar o 7º dia para Yhaweh – o sábado. Também deveriam guardar o 7º ano, como ano de Shemitah (Remissão ou perdão) e também o 7º Shemitah, quando ao final iniciavam o ano do jubileu, no 50º ano (Lv 25: 8-34).
              A orientação sobre o shemitah era que plantassem e cultivassem a terra por 6 anos, mas no sétimo ano deveriam deixar a terra descansar. No sétimo ano, iriam comer o que a terra produzisse naturalmente, sem a necessidade de cultivo. Em outras passagens, o Eterno orienta que abençoará o sexto ano para que a colheita seja abundante, o suficiente para armazenarem para o ano de Shemitah. Tudo que a terra produzisse, naturalmente, no ano de seu descanso, seria para que os pobres recolhessem. A finalidade sempre foi ativar a fé do povo na provisão do Eterno. Em Deuteronômio, a lei é mais bem explicada, orientando a finalidade do tema.

       O shemitah – ano de remissão ou perdão de dividas deveria ser guardado desde a entrada do povo de Israel na terra prometida, segundo o que está exposto em Levítico. Alguns estudiosos fazem contagem do ano de shemitah desde os tempos mui antigos, quando Deus fez a terra. Ao que parece, porém, Israel guardou o propósito quando entrou na terra prometida, mas depois de algum tempo, na época dos juízes, esqueceu-se de cumprir esta determinação, razão porque vem o assunto a seguir. Minha contagem, da interrupção do shemitah, remonta aos tempos de Sansão. Acredito que durante o período deste juiz, a terra esqueceu-se de guardar ou, simplesmente porque caiu sob o domínio dos filisteus, estes não puderam mais guardar o preceito.
       É claro, que o propósito do shemitah não é apenas espiritual. Ele tem uma visão muito interessante de deixar a terra descansar, depois de seis colheitas consecutivas. Hoje em dia, quase não se faz mais isto porque existem técnicas que poupam o solo de seu empobrecimento de nutrientes. Porém, ainda em lugares cuja cultura agrícola não tenha desenvolvido técnicas modernas de recuperação do solo, deve-se deixar a terra, ou uma parte dela descansar. Nós mesmos, quanto a dívidas, no mundo capitalista, temos, em alguns casos, costume de zerar as dívidas de maus pagadores depois de algum tempo. Isto é extremamente importante para a economia de um país.


2. QUANDO SHEMITAH É MALDIÇÃO

          Relatos bíblicos nos dão conta do que ocorreu no passado porque Israel não guardou o shemitah como deveria. Observemos abaixo tais informações.

a) O Cativeiro Babilônico – 2 Crônicas 36: 11-21 e Jeremias 25: 1ss. Estas passagens bíblicas fazem parte de um todo e devem ser estudadas com cuidado. Tendo analisado tais passagens chegamos a observação da primeira maldição, sobre Israel, por não guardar o Shemitah.
ð Jeremias, o profeta, avisou ao povo de Deus por causa de seu afastamento da presença do Eterno, informando sobre 70 anos de cativeiro – Jr 25: 11-12. Comparando isto com 2Cr 36: 21 entendemos algumas coisas.
ð Porque Israel, desde os tempos de Sansão, não vinha guardando o Shemitah, o Eterno cobrou deles essa “fatura”. Foram 490 anos sem obediência. Além da idolatria recorrente do povo, quando os profetas lhe avisava. Jeremias diz que o cativeiro seria de 70 anos. O escritor das Crônicas dos reis de Israel compreende que os 70 anos, são por causa dos sábados que a terra não guardou. Quando fala destes sábados da terra, está se referindo ao sétimo ano de descanso da terra. Por 490 anos, são 70 shemitahs, 70 anos de remissão não guardados.
ð Porque Israel não guardou o shemitah em sua terra, não somente este povo sofreu com o cativeiro, mas todos os povos a sua volta também sofreram. No ano 586 a.C. foram levados para Babilônia, ali ficando cativos por 70 anos. Enquanto isto, após examinarmos os textos bíblicos e a história da época, toda a terra e suas adjacências ficaram 70 anos sem plantações e abandonada.

b) Maldições nos Tempos Modernos - O rabino Jonathan Cahn observou em seus estudos recentes, que por causa de Israel não guardar o shemitah, coisas ruins ocorreram na economia mundial. Ele fez uma ligação muito interessante sobre este tema.

ð Em 1917, 1945, 1973 e 1987 aconteceram problemas sérios na economia mundial. Nestes anos aconteceram quebras terríveis das bolsas de valores mundiais, os tais “crash” das bolsas. O país mais afetado foi a América, os EUA. Estes anos eram ano de Shemitah.
ð A explicação que pode parecer simplória, mas é verdadeira, é que a economia americana se tornou o centro da aplicação das finanças judaicas. Além de Israel, onde os judeus mais aplicam seus recursos são nos Estados Unidos da América – os EUA. Ali há fortes e crescentes comunidades judaicas. A política americana é voltada para proteger os recursos, aplicações e interesses judaicos e/ou israelitas.
ð Então, o que ocorre com os judeus, ocorre com a América. Porém, até 1945 não era assim, porque a Europa era onde os judeus estavam. Por isto o “quebra” das bolsas em 1917 e 1945 afetou mais a Europa. Em todos os seguintes, principalmente os EUA foram afetados.
ð Em 2001 e 2008 - Nem todo ano de shemitah ocorreu algo ruim, mas é emblemático que as principais desvalorizações de dinheiro no planeta ocorreram justo nos tais anos. São significativos os eventos de 2001 e 2008. Nestes dois casos também foram anos de shemitah. Em 2001 todos sabemos da queda das torres gêmeas nos EUA. Logo em seguida a isto se deu a maior bancarrota financeira no mundo, mas isto já vinha ocorrendo durante todo o ano de 2001, culminando em setembro, com a derrubada das torres. Em 2008 houve outro “crash” nas bolsas de valores mundiais.
ð Agora, em 2015, de novo, estamos em ano de shemitah. Este ano de shemitah, para Israel começou em setembro do ano passado. Termina agora no dia 13 de setembro, por acaso, um domingo. Pela primeira vez em muitos anos, agora Israel guardou o shemitah. Se sua desobediência é problema para as nações, então sua obediência é benção, de maneira especial para o povo de Deus, que ama Israel.


3. BOM PARA ISRAEL, BOM PARA O POVO DE DEUS

          Quando Deus disse a Abraão: “em ti serão benditas todas as famílias da terra”, também estava incluído o fato de que o sofrimento a Israel traz sofrimento ao mundo, igualmente. Para algo parecido devemos ler Romanos 11: 1ss
          Quando a Bíblia diz que um pouco de fermento leveda toda a massa, levando em consideração as palavras do apóstolo Paulo em Romanos 11, entendemos que por causa de Israel o mundo inteiro pode ser abençoado ou não. Tudo porque Deus não rompeu seu pacto com Israel, ainda estão válidos os pactos e as promessas.
          Os Salmos nos ensinam algumas coisas importantes. Salmo 122: 6 – “Orai pela paz de Jerusalém! Prosperarão aqueles que te amam”. Quando oro e abençoo Israel, atraio a benção de Deus sobre minha vida. Além disto, somos filhos de Abraão pela fé em Jesus.
Gálatas 3: 26-29
26 Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus;
27 porque todos quantos fostes batizados em Cristo de Cristo vos revestistes.
28 De sorte que não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem livre; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.
29 E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa.


          O presente Ano de Shemitah começou em 25 de setembro de 2014 e termina em 13 de setembro de 2015. O dia 29 é o último dia do mês hebreu de Elul, que é seguido pelo mês de Tishri. Portanto, dia 29 de Elul cai este ano no domingo 13 de setembro, que é a véspera da Festa das Trombetas, também conhecida como Rosh Hashanah.

          Pela primeira vez Israel guardou o shemitah, que iniciou em 2014. Alguns sites judaicos anunciaram mais ou menos assim, em 24 de setembro de 2014:
“Hoje se inicia em Israel o Ano Novo Judaico, e com ele, após sete anos de colheita, o Shenat Shimita, ou seja, o Ano Sabático. Para que a nação de Israel possa cumprir este evento, o governo de Israel e os agricultores investiram milhões. Aqui trazemos um resumo completo do significado deste ano para a tradição judaica e segundo as Escrituras Sagradas, começa hoje em Israel uma verdadeira celebração que dura nada menos que um ano inteiro. O ano sabático antes seria o ano de ה'תשע"ה, que terá início ao por do Sol em 24 de setembro de 2014, no Ano Novo Judaico - Rosh Hashana.”.
         
          No dia 13 de setembro, às 18 horas em Jerusalém, inicia-se 1º de tishri, do ano 5776. Portanto, para um israelita, desde então já é outro dia porque seguem o padrão bíblico que diz em Gênesis: “e foi tarde e manhã do dia...”. Aqui no Brasil será exatamente meio-dia de 13 de setembro, domingo. Este momento de romper do ano em Israel é Rosh Hashanah, “ano novo”.

Dia no Brasil
Hora/Brasil
Dia em Israel
Hora/Jerusalém
Evento em Jerusalém
12 Setembro
Às 12:00hs
29 Elul
18:00hs
Inicia-se último dia do ano 5775
13 Setembro
Às 12:00hs
1º Tishri
18:00 hs
Rosh Hashanah – Ano Novo
13 Setembro
Às 18:00hs
1º Tishri
Meia-noite
1ª Vigília da Noite de Tishri
14 Setembro
Às 12:00hs
2 Tishri
18:00hs
2º dia de Rosh Hashanah


          Segundo alguns rabinos, inicia-se em 2015 o “yowbel, yobel ou yovel”, Ano de Jubileu, pois como está determinado em Levítico 25: 10, após 7 shemitahs Israel deveria guardar o 50º ano, como ano de Jubileu.

ðComo se Guarda o ANO DO JUBILEU
       Antigamente, no Yom Kipur do qüinquagésimo ano, tocava-se o shofar na Terra Santa como sinal feliz da libertação dos escravos e o retorno de terrenos a seus donos originais. A palavra jubileu vem do hebraico, yovel. Refere-se ao carneiro, cujo chifre foi usado para anunciar o ano festivo. Há comentaristas que oferecem mais uma explicação. Dizem que yovel vem do verbo hebraico "trazer de volta", pois os escravos voltavam a seu estado anterior de liberdade, não sendo mais servos de homens e sim apenas do Criador; e os terrenos também voltavam aos proprietários originais.
         Além da contagem do ano de shemitá, de sete em sete anos, existe a contagem do yovel - o jubileu, que ocorre a cada cinquenta anos, no ano seguinte ao término de 7 anos sabáticos.
         Para um agricultor judeu, é muito difícil não trabalhar os campos e pomares durante um ano inteiro, não podendo dispensar-lhes os cuidados adequados. Que dirá então o quão difícil é para ele não trabalhar a terra por dois anos seguidos! O sétimo ano de Shabat Shemitá e o seguinte, do jubileu. Na época do Templo Sagrado isto era exatamente o que acontecia a cada cinqüenta anos. Atualmente, não se guarda o Yovel.

         O Yovel caracterizava-se por três obrigações, que recaíam sobre a nação inteira:
1. Abstenção de qualquer trabalho agrícola, exatamente como em Shemitá.
2. Liberdade incondicional para todo escravo hebreu.
3. A devolução de todos os campos aos seus proprietários originais.

         No Yovel, os escravos judeus são libertados
         A cada ano de Yovel, em Yom Kipur, o San'hedrin (Tribunal Superior) tocava o shofar. A seguir os judeus em Israel, tocavam o shofar. O som podia ser ouvido em Israel inteira, anunciando: "Chegou a hora de libertar todos os escravos judeus. Todos os que possuem escravos judeus devem libertá-los e enviá-los à suas casas." Não importava se o escravo recém começara a servir seu senhor, ou se já havia trabalhado seis anos, todo escravo judeu tinha de ser enviado de volta ao seu lugar de origem. O toque do shofar era um lembrete para ouvir e observar esta mitsvá. Depois de possuir um escravo por um longo período, o amo deve achar difícil mandá-lo embora; assim como o escravo pode ficar relutante em deixar seu amo. De Rosh Hashaná até Yom Kipur do ano de Yovel, um escravo não retorna à sua casa; nem seu amo pode empregá-lo. Em vez disso, senta-se à mesa de seu amo, come, bebe, e relaxa. Quando o shofar é tocado em Yom kipur, ele finalmente parte. Este período de dez dias de transição ajudam-no a readaptar-se à liberdade.


4. APLICAÇÃO BÍBLICA DO SHEMITAH

          Existem quatro verdades no texto de Dt 15: 1-6 e nos ensinam sobre o significado do Shemitah, para nós, a igreja de Jesus.

a) Shemitah é ano de perdoar dívidas – A remissão é por si só, uma palavra que designa perdão de dívidas. Mas aqui incluímos a oração que Jesus ensinou em Mateus 6: 9-14. Jesus nos ensina orar pedindo que Deus perdoe nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Shemitah é ano de restauração do pecador conosco e nós com Deus. Perdoe as ofensas que lhe fizeram. Perdoe aqueles que te devem e libere-os. Produza em seu coração uma cura interior, por perdoar, perdoar, perdoar. Ano de Shemitah é ano de cura a nós e aos que nos devem – haja libertação, portanto, e cura! O ano de shemitah é quando “zeramos” as dívidas, de modo semelhante quando o nome sujo na praça é limpo após 5 anos. Mas, não é apenas liberação financeira, é espiritual e emocional também.


b) Shemitah é ano de Consagração – Assim como o shabath, o sétimo dia da semana, quando o povo de Israel usava o sábado para dedicar-se ao Eterno, assim o Ano de Remissão é ano para dedicar-se mais ainda ao Eterno. Era quando as tarefas de Israel diminuíam para que estivessem mais tempo na presença do Eterno. Como Israel não guardou essa dedicação, foi duramente tratado. Agora é tempo para que estejamos mais avivados, mais dedicados a Deus. Ano de Shemitah é ano de avivamento espiritual. Como você pode ver, não podemos chegar consagrados ao altar do Pai, sem que tenhamos sido limpos pelo perdão. Aqui se aplica a palavra de Lucas 6: 37-38 e Mateus 5: 21-26.

c) Shemitah é ano de/para Prosperar – O verso de Dt 15: 4a nos diz: “...para que entre ti não haja pobre”. A Bíblia ensina que os pobres sempre estarão conosco, mas que o plano de Deus para seu povo é a prosperidade. Isto não quer dizer, necessariamente, riqueza, mas que teremos nossas necessidades todas supridas. Paulo diz em Filipenses 4: 19 – “O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus”. Quando Israel não guardou o Shemitah, foram aqueles anos, tempos de penúria na área das finanças na maior parte do mundo. Agora, nós estamos em ano de Shemitah. Israel o está guardando, então é tempo de o povo de Deus prosperar. Porém, devemos fazer o que está exposto no que houve nos pontos anteriores: perdão e consagração. Não considere a prosperidade como simples obtenção de bens materiais, mas mais ainda como suprimento de Deus em todas as áreas de nossa vida. Que prospere tua alma, prospere tua família, prospere tua vida espiritual. Que haja prosperidade por todos os lados. Não esqueça, que primeiro vem o espiritual e depois o carnal. Também não esqueçamos o que disse Jesus em Mateus 6: 33... “mas buscai primeiro o reino...”.

d) Shemitah é ano para enriquecimento lícito – Dt 15: 4b diz “...pois o SENHOR, teu Deus, te abençoará abundantemente na terra que te dá por herança”. O que você considera abençoar abundantemente? Deus fará crescer mais dois braços no seu corpo? Deus fará você mais alto ou mais bonito? De que ele estava falando neste verso? Não estava falando sobre pobreza, mas que nos abençoará muitíssimo? Lendo Eclesiastes 5:19, vemos que a riqueza é um dom de Deus. Deus tem plano de enriquecer seus filhos, mas não pode fazê-lo porque muitos desviam seu coração após o enriquecimento. Deus não quer apenas nos enriquecer, ele quer nos abençoar abundantemente em todas as áreas de nossas vidas. Porém, não pode haver enriquecimento lícito entre os do povo de Deus se não estivermos dispostos a: perdoar, consagrar-se e ser prósperos. Pense grande, acredite que Deus quer te abençoar muitíssimo, não pouco.


CONCLUSÃO

Quero te desafiar a orar por Israel. Quero te desafiar a guardar o Shemitah. Quero te desafiar a perdoar as dívidas que outros tem com você. Quero te desafiar a liberar as pessoas que te ofenderam. Quero te desafiar a consagrar-se mais ao Eterno. Quero te desafiar a deixar que o Eterno opere em ti um avivamento genuíno, que gere transformação de tua vida. Essa transformação ativará o reino de Deus em ti e te fará próspero em todas as direções. Porém, veja a conclusão de Deuteronômio 15: 5 – “se apenas ouvires, atentamente, a voz do SENHOR, teu Deus, para cuidares em cumprir todos estes mandamentos (mitsvah) que hoje te ordeno”. Mitsvah é mais que mandamento, é preceito de sabedoria. Seja sábio e siga as instruções de Deus para tua vida.



2 comentários:

Pr. Marcos Klain disse...

Depois de examinar o descrito aqui, vejo completa minha busca por mais informaçoes a respeito do assunto, até porque, parece que me faltava esse quê de Comunidade (rsrs) e vindo do Mestre Dudu, agente recebe melhor, né? A paz a todos, e... bom SHEMITAH pra voces...

Unknown disse...

Obrigado Ap Dudu pela dedicação e esmero na palavra. Este conteúdo me abençoou demais, suprindo o que faltava. PR José Roberto - Igreja Acolher